Moralidade Ordenada por Deus e Voluntarismo (por William Lane Craig)
Se os valores morais são absolutos e objetivos, como pode Deus aparentemente transgredir estes valores e ainda ser chamado de Santo? Se Deus é santo mesmo comentendo atrocidades, não estaríamos incorrendo em uma espécie de subjetivismo? Neste texto o Dr. William Lane Craig propõe uma resposta a esta questão.
Para melhor visualização clique em "Fullscream"
Leu?
Gostou?
Então ajude a divulgar este texto e este blog. Clique em "Share", logo abaixo, e divulgue este texto entre seus contatos de e-mail e redes sociais!
.







craig nos deu algumas pistas, mas nao respondeu a tudo como queriamos..
Eu acho que ele foi evasivo, no sentido de que ele não abordou a questão em sua forma mais "díficil".
Craig diz que Deus tinha bons motivos que o justificassem a dar a ordem de matança aos cananeus. Ok, posso até concordar com ele. Porém, o NT traz algumas ordens contrangedoras para a atitude de Deus como, amar os inimigos e alimentá-los, ao invés de matá-los; diz que bem aventurados são os pacificadores; etc.
Ora, Deus não deveria dar exemplo dessas ações?
Como Deus, através de Paulo, diz que devemos amar nossos inimigos sendo que Ele mesmo, quando teve a chance de assim agir, mandou matar todos?
Abraços
Primeiro, é vital considerar que é patente que a Bíblia não é um ditado de Deus, nem é, por si só, um acesso direto e inequívoco a Ele.
Há postulados básicos que inteligam uma visão de mundo e a maneira de estar nele e se guiar, especialmente filosóficamente ou religiosamente. Quem somos? Onde estamos? O que está errado? Qual a solução?Assim, teremos essas guias para refletir sobre um sentido construído historicamente de como os judeus que se viam como “o povo de Deus” retomavam seu memorial.
No geral, a religião hebraica na sua contingência histórica tinha como crença básica que eram um “povo sacerdotal”. Eles se constituíram como um povo que tinha uma missão especial e existia em decorrência dela, em relação aos outros povos. Retomavam em sua narrativa de fundação a imagem de que um deus poderoso entre os deuses, insondável, santo (consagrado e separado), oculto e moralmente volitivo tinha feito uma aliança com eles para lhes constituir uma nação visando consagrar toda a Terra, se revelar e lidar com a aparente maldade do mundo. Indo mais além nas narrativas das odisséias patriarcais, as tradições foram socializadas e compiladas para mostrar como estavam ligados umbilicamelmente e de existência dependente desse deus para existirem, uma nação de em meio a povos hostis ou perigosos, em meio a uma rota importante de empreendimentos bélicos e entreposto para Impérios (considerando também m povo com baixo domínio tecnológico). O termo sacerdotal remete a intercessão espiritual e mediação. Por isso se viam como tendo que se diferenciar de maneira muito forte para ter sua identidade própria, relativamente a procedimentos de outros povos.
Então não tinham sua existência dependentes só de si, nem por seus próprios méritos e forças, o que implica também o risco de falhar na missão.
A pregação profética tinha um duplo sentido; de um lado, denunciava uma queda em autosuficiência, em que os princípios e o espírito da Aliança era obnublado por uma confiança cega em serem quem “o povo”, falhando em cumprir a missão e as prerrogativas dela, em uma interpretação triunfalista; de outro, eles retomaram e ampliaram o alcance da questão sacerdotal, levando a últimas conseqüências sua implicação do caráter universalista do propósito desse deus para todo o mundo, e Israel e Judá como instrumento que estava falhando; por isso, ora vinham pesados juízos contra as nações pela violência, idolatria, perversão, agressão ao “povo escolhido”, ora vinham oráculos anunciando bênçãos a elas, e elas sendo legitimadas em subjugar um povo que abandonava e perdia sua razão de ser .
Com o exílio, estes temas proféticos foram retomados, sobretudo o da Aliança, e sob o ângulo dos caminhos abertos para a Bênção e Maldição, do vislumbre do que poderia ter sido caso se mantivesse fiel à Aliança, e da constatação da quebra desta, da maldição decorrente e da falência humana em caminhar com Deus em harmonia, já visto aí como o único Deus verdadeiro, e não o maior, com um propósito universal de redimir o mundo, reforçando o caráter sacerdotal e necessidade de “santificação” do povo, e alguns (como o autor de Jonas) reforçando o tom universalista ante um provincianismo que ameaçava recrudescer. Houve a justaposição dos textos da criação, Houvera ali uma "projeção" de sua leitura da história de Israel e do povo hebreu, sobre a história da humanidade, enxergando que a primeira recapitulara a segunda. Como se a Aliança fosse, na verdade, uma Segunda Aliança, após a Primeira feita com a humanidade, quebrada e cujas consequências desta quebra todos sofrem.
No tempo de Jesus, com tudo o que decorreu posteriormente do domínio helênico, a resistência, os mártires, a revolta dos macabeus e divisões religiosas, o domínio romano, haviam multiplicidade de respostas.
Jesus parece ter adotado um amálgama de várias visões messiânicas, absorvendo elementos de cada e rejeitando outros. Compartilhou com João Batista a noção de que chegara o tempo da visita de YHWH. E que era necessário se cumprir os sinais esperados para a mediação do povo para estar pronto para isso. Ampliou a perspectiva com a noção mais universalista de que essa mediação era para com o mundo.
Daí o panorama para um cristão se aproximar, ou tentar, com as lentes para uma linha norteadora da Bíblia Hebraica que era a Bíblia que Jesus adotava.
Muitas vezes o fundamentalismo ou outras correntes tratam os textos como se fossem ditados diretos, “psicografados” por Deus; isso é recair na heresia docetista aplicada à inspiração; a inspiração remete ao termo “teopneustos” que literalmente indica “soprado por Deus”; o docetismo dizia que Cristo só tinha aparência de homem, mas negava sua humanidade pra ressaltar a divindade. É o mesmo que fazem com as escrituras, e acaba que muitos vêm que a visão religiosa acabaria sendo apenas esta, e adotam a mesma só que com o olhar crítico; a questão é que não é assim, como te falei, se tem um plano de leitura e nele se expressa o condicionamento humano na expressão e transmissão de imagens, quadros, termos, leituras de eventos e contos. E ajuda a reler os textos com uma lente que não seja a de uma abstração do momento de leitura do indivíduo. E também a noção de que Deus vai se descortinando, e elucida um pouco também porque o cristão diz que a chave hermenêutica dele para as escrituras é Cristo, a Palavra – ele seria a expressão da revelação de Deus, para o cristão.
O problema é o pecado que reside no homem e não o contrário. Deus eliminará o mal original, então tudo que estiver ligado a ele também será eliminado.
Os cananeu persistiram por séculos em seu pecados. Neste lapso de tempo entre Abrãao e a libertação de Israel do Egito, os cananeus testemunharam algo não explicavel por leis naturais. era algo sobrenatural que acompanhava Israel, portanto desdenhar de tais circunstâncias demonstrava a dureza e irredutibilidade a que eles se auto submeteram.
Ao Deus trazer juízo sobre a Terra e fazer separação entre justos e ímpios, jamais poderemos acusar Deus de ser parcial ou injusto, visto que escolhemos pela liberdade que temos.
Por outro lado, temos o chamado "dilema de Êutifron": as coisas são erradas porque Deus determinou que são erradas ou Deus determinou que são erradas porque elas são intrinsecamente erradas? o Dr. Craig defende a primeira alternativa, mas isso torna a moralidade arbitrária e convencional (e não propriamente subjectiva). Se defendermos a segunda, como parece ser mais racional, teremos de justificar a moralidade de outro modo.
Em nome de Alá mulçumanos explodem "inimigos", Católicos e Protestantes se matam na Irlanda e Cananeus foram eliminados. Ações com o mesmo grau de credibilidade. Doentes que perderam o contato com a realidade e habitam em um mundo imaginário onde sonhos são ordem divinas e esquizofrenia e ignorãncia os pilares dos seus atos insanos.
Quando os Deuses sairem da inércia patológica e deixarem de recorrer a capatazes para pessoalmente agirem poderemos tentar entender sua moral.
"22 Eu, Tércio, que esta carta escrevi, vos saúdo no Senhor."
A suposta procuração de Paulo é a questão, havia realmente um Deus no comando? Porque um Deus haveria de precisar de um capataz, feitor ou algo assim pra expressar seus desejos e suas normas? Tería o tal Deus dificuldades em comunicar-se através da escrita por exemplo? Seria ele analfabeto?
Segundo Jeremias 17:5
Assim diz o SENHOR: Maldito o homem que confia no homem.
Nesta passagem Jeremias (mais um suposto capataz)faz recomendações de seu Deus particular e parece esquecer que também é homem, ao concluir a instrução automaticamente a invalidou.
R E P I T O
Quando os Deuses sairem da inércia patológica e deixarem de recorrer a capatazes para pessoalmente agirem poderemos tentar entender sua moral e talvez, segui-los.
A Bíblia declara neste texto que, apesar de ter mãos humanas por trás de sua escrita, Deus é o autor delas. Você simplesmente dá crédito a esta afirmação ou não.
Você está racionalizando Deus, determinando como Ele deveria agir baseado na forma como VOCÊ enxerga as coisas. Não funciona e toda vez que o ser humano fez isso, colheu os frutos de sua falta de bom senso (a Bíblia está cheia de exemplos de pessoas que "pensaram" Deus como você está fazendo). Isso nos leva de volta ao texto de Romanos que eu citei. Enquanto vc continuar tentando entender Deus pela TUA perspectiva, será obrigado a dizer o que você disse ao final do seu post por muito, muito tempo...
Exemplo. O Alcorão é o livro sagrado do islamismo. Os muçulmanos acreditam que o Alcorão é a palavra literal de Deus (Alá) revelada ao profeta Maomé. Nele Maomé relata desde a aparição do anjo Gabriel, as vezes em sonhos outras ao vivo sempre fazendo revelações como porta-voz de Alá.
Diz Maomé, "Em uma noite após 11 anos do primeiro encontro, Gabriel apareceu com um cavalo mágico. Subi no cavalo, e o cavalo me levou para Jerusalém. Então o cavalo alado me levou às sete camadas do paraíso. Vi o paraíso e falei com pessoas nele. Então Gabriel me trouxe de volta para a Terra.
Continuei recebendo revelações de Gabriel por 23 anos, e então elas pararam."
Recorra a lucidez e responda com honestidade, devemos acatar sem questionar? Ou seria o Alcorão apenas um livro escrito por um homem em devaneios? Neste caso são as credenciais de Maomé o "x" da questão.
Joseph Smith, escreveu o Livro dos Mórmons com base na “tradução das placas douradas”.Foi visitado por um anjo que lhe diz que há uma pilha de placas douradas enterradas ao lado de uma colina em Nova Iorque.
Nessas placas há registros escritos no idioma de um povo judeu que habitava a América do Norte há 2.000 anos. O anjo o levou as placas e o ajudou a traduzi-las. Depois foram levadas para o céu, e nunca mais foram vistas.
Recorra a lucidez e responda com honestidade, devemos acatar sem questionar? Ou seria o Livro dos Mormons apenas um livro escrito por um homem em devaneios? Neste caso são as credenciais de Joseph Smith o "x" da questão.
Quando você faz uso de 2 Timóteo uma epístola escrita Paulo por volta do ano 64 d.C. quando se encontrava preso pouco antes de sua execução. São as credenciais de Paulo o "x" da questão.
Seus métodos validam com igual rigor não só o depoimento de Paulo e seu Deus particular, tornam legítimos também os de Maomé, Joseph Smith, Moisés, etc.
E agora, será que você entendeu?
Tenho zelo por minhas crenças para que elas sejam tão verdadeiras quanto possíveis, acho que com isso concordamos.
Você diz em seu comentário que estou racionalizando Deuses e determinando como eles deveriam agir baseado em meus critérios. Daniel não tenha tanta pressa, estamos na credibilidade dos capatazes, para chegarmos aos Deuses há um longo caminho.
R E P I T O
Quando os Deuses sairem da inércia patológica e deixarem de recorrer a capatazes para pessoalmente agirem poderemos tentar entender sua moral e talvez, segui-los
Desculpe interromper a discussão, mas, Daniel, 2 Timoteo 3:15-16 em nada compete a favor da inerrância bíblica.
Tentar justificar a inerrância da Bíblia usando um versiculo da Bíblia é a mesma coisa de tentar sair de uma areia movediça puxando seu próprio cabelo.
É uma falácia de argumentação circular, veja: A Bíblia é um livro inerrante? Sim! Por que? Por que ela diz ser inerrante. Mas por que devemos acreditar na passagem que diz que ela é inerrante? Por que a Bíblia é um livro inerrante. E assim fica dando voltas.
E, aliás, eu tenho a leve impressão de que mesmo que o Alcorão ou o Livro dos Mórmons contivessem versículos atestam suas inspirações e inerrâncias, mesmo assim você não acreditaria neles, não é?!
Ademais, 2 Timoteo 3:15-16 diz que toda "escritura" (e ele não especificou qual... aliás, muitos livros do NT não haviam sido escritos ainda) é "inspirada". Ela não fala nada sobre inerrância.
Ademais, tal doutrina veio a ter seu papel apenas no início do século passado. Antes disto, a questão da Bíblia conter erros era profundamente indiferente aos cristãos.
Enfim, se você quiser tratar a inerrância como pressuposto, tudo bem, é direito seu. Apenas não critique quem não compartilha do mesmo pressuposto que você. Se você quiser estender a inerrância para os demais, você deve tratá-a como conclusão e apresentar um argumento (que não pressupõe inerrancia) mas que a partir de premissas bem fundamentadas concluam inevitavelmente que a Bíblia é um livro que não contem erros...
Eliel
No mais, discordo quanto à questão de que até o século passado, a possibilidade da bíblia conter erros era indiferente para o cristão. Leia a extensa literatura existente dos pais da igreja do século II d.C. e você verá um apego bem enfático à inerrância bíblica. Se não me engano, acho que Lutero e alguns reformadores também falaram algo a respeito.
Mas enfim, a discussão não é sobre inerrância, mas sim autenticidade. Erro meu na escolha de palavras. Segue o enterro.
Se eu apresentar um trecho do Alcorão no qual ele afirma ser a Palavra de Deus, você vai passar a acreditar que ele possui autencidade divina?
Portanto, a resposta à sua pergunta é não. Agora me responda: o Alcorão chama para si de forma clara e sem rodeios a chancela de ser de autoria divina? Responda também se VOCÊ acredita que a Bíblia é de autoria divina.
Resposta,
''Eis o Livro que é indubitavelmente a orientação dos tementes a Deus;'' ( 2ª Surata, versículo 2 )
Allah agraciou os crentes, ao fazer surgir o mensageiro da sua estirpe, que lhes ditou os Seus ayat, redimiu-os, e lhes ensinou o Livro e a Sabedoria, embora antes estivessem em evidente erro ( 3ª Surata, versículo 164 )
''Não meditam, acaso, no Alcorão? Se fosse de outra origem, senão de Deus, haveria nele muitas discrepâncias.'' ( 4ª Surata, versículo 82 )
E a ti revelamos a Mensagem, para que elucides os humanos a respeito do que foi revelado, para que meditem." ( 16ª Surata, versículo 44 )
Diz Allah,o Altíssimo:"Certamente, (este Alcorão) é uma revelação do Senhor dos mundos. Com ele desceu o Espírito Fiel, para o teu coração, para que sejas um dos admoestadores, em elucidativa língua árabe."( 26ª Surata, versículos 192 a 195 )
‘’Em verdade, temos-te revelado o Livro, para (instruíres) os humanos.’’ ( 39ª Surata, versículo 41 )
''Este é o Livro (o Alcorão) veraz por excelência. A falsidade não se aproxima dele nem pela frente, nem por traz, porque é a revelação do Prudente, Laudabilíssimo.''
( 41ª Surata, versículos 41 e 42 )
E diz Allah, o Altíssimo: "Nem fala por capricho. Isso não é senão a revelação que lhe foi revelada." ( 53ª Surata, versículos 3 e 4 )
Responda também se VOCÊ acredita que a Bíblia é de autoria divina.
Resposta,
É exatamente este o meu quetionamento. Estamos tratando deste assunto, lembra? "A CREDIBILIDADE DOS HOMENS" que escreveram a Bíblia, O Alcorão, Os Vedas, O Livro dos Mormons, Etc.
Questionei as credenciais de Maomé, Joseph Smith e Paulo. Os personagens citados são exemplificantes e não excluem todos os demais propostos como portadores da palavra de Deuses.
Este é o assunto e ainda estamos nele. Não há aquí uma imposição da descrença, não há aquí um duelo entre teismo e ateismo, não estamos em lados opostos, o que há é uma busca por solidez, exatidão, refinamento, purificação para as minhas crenças, que elas sejam livres de máculas, fraudes, ilusões e tão verdadeiras quanto possíveis.
Meu rigor não é maior do que a relevância do tema, pena que você só perca tempo com quem já está convencido. Minha ilusão em imaginar que você pudesse contribuir, aclarar e elucidar naufraga em sua falta de altruismo em não querar dividir com quem não está convencido.
Sua contribuição ao debate não me permite retirar uma única virgula do texto a seguir, constrangido
R E P I T O
Quando os Deuses sairem da inércia patológica e deixarem de recorrer a capatazes para pessoalmente agirem poderemos tentar entender sua moral e talvez, segui-los.
Quanto ao restante do post, a pergunta que fiz era dirigida ao Eliel e não a você - a menos que você seja uma outra conta do Eliel comentando no próprio blog, o que acho pouco provável. No mais, vc parte de uma falsa presunção. Não me preocupo com quem já está convencido, isto seria uma perda de tempo. Também não há que se falar em falta de altruísmo e em não querer "dividir" com o outro (como isso se aplica na discussão que estamos tendo?), afinal, se não quisesse dividir coisa alguma, sequer comentaria neste espaço. Deixaria você e outros com suas elucubrações.
Agora, focando apenas na "credibilidade dos homens" eu realmente não entendi o que você busca... vc espera que, saber mais sobre a vida dos escritores torna a Bíblia mais crível e a dota de maior autoridade ou ainda certifica que ela é de autoria divina? Se sim, o adúltero psicopata Joseph Smith já cai fora da sua lista e, portanto, qualquer credibilidade do Livro de Mórmon já foi pro saco...
normal que Deus aja no plano redentor humano com as mediações humanas. Senão, poder-se-ia aplicar a Ele a música do Raulzito: "é que lá de cima lá da beira da piscina; olhando os simples mortais; das alturas, fazem escrituras, e não me perguntam se é pouco ou demais".
Nesse caso, a comunicação dEle se deu incrustrada no nosso mundo de suor, lágrimas, sorrisos, lutas, confrontos, toda a visceralidade da existência. Se fosse para Deus não trabalhar assim, Ele ficava em Sua comunidade divina eterna consigo mesmo e não criaria-nos.
Agora, é complicado trabalhar com 8 ou 80. Essa visão de "inerrância" do fundamentalismo evangelical é a importação de uma subcultura nascida sob contigências da história do sul dos EUA que não se contemplam com outras realidades. O pessoa devora e vomita comprando o discurso de uma tal "cosmovisão cristã" que na verdade é a visão política do Partido Republicano.
A tal doutrina da "inerrância" na verdade é docetismo, docetismo bíblico, e docetismo para a tradição cristã apostólica é heresia.